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O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou 3,2% em abril de 2014 na comparação com o mês anterior, sendo esta a maior queda registrada desde julho de 2013.

Contratações desaceleram em abril

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou 3,2% em abril de 2014 na comparação com o mês anterior, considerando-se dados livres de influência sazonal. Esta foi a maior queda registrada desde julho de 2013. 

A divulgação dos indicadores do mercado de trabalho do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/IBRE) sinaliza um cenário menos aquecido.  O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou 3,2% em abril de 2014 na comparação com o mês anterior, considerando-se dados livres de influência sazonal.

Esta foi a maior queda registrada desde julho de 2013 (-5,6%) – resultado que sinaliza aprofundamento da tendência de desaceleração do ritmo de contratações nos próximos meses. Os componentes que mais contribuíram para a queda do IAEmp em abril foram os indicadores que medem o grau de satisfação com a situação atual dos negócios, da Sondagem da Indústria, com variação de -4,4%, e o otimismo com a evolução do mercado de trabalho nos meses seguintes, da Sondagem do Consumidor, com variação de -4,3%.

O IAEmp é construído como uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, e tem a capacidade de antecipar os rumos do mercado de trabalho no país.

Indicador Coincidente de Desemprego

Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) da Fundação Getulio Vargas aumentou 2,8% em abril de 2014, depois de queda expressiva em março – considerando-se dados livres de influência sazonal. Embora seja a maior alta desde julho de 2013 (7,1%), o resultado foi insuficiente para reverter a tendência de queda do indicador quando medido em médias móveis trimestrais.

O ICD é construído a partir dos dados desagregados (em quatro classes de renda familiar) do quesito da Sondagem do Consumidor que capta a percepção do entrevistado a respeito da situação presente do mercado de trabalho.

As classes que mais contribuíram para a alta do ICD em abril foram a dos consumidores com renda familiar de até R$ 2.100,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 6,6%; e os que possuem renda entre R$ 4.800,00 e R$ 9.600,00, com variação de 1,8%.

Notas e Referencias

A fonte desta informação no FGV Noticias você encontra aqui.

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