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Investimentos previstos em energia eólica na Bahia chegam a R$ 6,5 bi

No Dia Mundial do Vento (15 de junho), a Bahia consolida sua posição de maior polo brasileiro de investimentos em energia eólica. O estado tem hoje uma carteira de inversões de R$ 6,5 bilhões, representados por 57 projetos de usinas elétricas movidas pela força dos ventos e cinco fábricas de componentes para os geradores eólicos. Previstas para se instalar em 11 municípios, até 2015, as usinas irão acrescentar cerca de 1.570 MW à rede elétrica.

“A nossa estimativa é de que, até setembro próximo, 18 usinas estejam prontas, incluindo-se o maior complexo eólico do Brasil, da Renova Energia, com investimentos de R$ 1,2 bilhão e 14 usinas eólicas. Com o início da operação desses parques, a Bahia entrará de vez no mapa mundial da energia eólica”, afirma o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia.

Entre as cinco indústrias de equipamentos atraídas pelo Governo da Bahia duas delas já estão em pleno funcionamento no Polo Industrial de Camaçari – a espanhola Gamesa e a francesa Alstom, ambas fabricantes de aerogeradores, representando inversões de R$ 50 milhões, cada uma, na implantação das unidades baianas.

Mais duas fábricas estão em processo de implantação em Camaçari. Com investimentos de R$ 45 milhões, a General Eletric (GE) vai produzir nacelles (motor), a Torrebras, do grupo espanhol Windar, investirá R$ 25 milhões na fabricação de torres, e a Aeris Energy, fabricante nacional de pás, vai aplicar R$ 117 milhões na implantação de sua fábrica em Feira de Santana.

Empregos no semiárido

Somente com os empreendimentos já definidos, a indústria movida pelos ventos vai gerar em torno de 1.900 vagas de trabalho. Além de ser uma fonte limpa e de baixo impacto ambiental, a energia eólica beneficia principalmente a população da região do semiárido com a geração de emprego e renda. Segundo Correia, o aumento de indústrias do setor é resultado do esforço do Governo do Estado em atrair novas empresas e consolidar a cadeia da energia eólica na Bahia. “Estamos tomando medidas para fomentar a compra, pelas usinas que aqui estão se implantando, de equipamentos da cadeia eólica fabricados na Bahia”.

Fonte: Tribuna da Bahia

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Sobre Carlos Galassi

Arquiteto formado pela FAU/UFBa, possui especialização (MBA) em Gerenciamento de Projetos na FGV. Tem ampla experiência na implantação, gerenciamento e manutenção predial de empreendimentos de grande porte da Construção Civil, já tendo desempenhado estas atividades fora do Brasil. Além de Desenvolvedor e Editor do BIG, atua como Voluntário no PMI Capítulo Bahia como Diretor de Comunicação e Marketing e é sócio da OCA Solutions, empresa de consultoria empresarial.

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